
- 1 lata de LEITE MOÇA®
- a mesma medida (da lata) de suco de maracujá concentrado
- meio envelope de gelatina em pó sem sabor (6g)
- 3 claras em neve
- 2 colheres (sopa) de açúcar
Aquí vocês encontrarão variedades em receitas, desde sobremesas até petiscos para churrascos e eventos em geral.
Gastronomia viveu uma verdadeira revolução no Brasil, onde saímos de um cenário estagnado, com restaurantes que predominavam basicamente em pratos regionais e receitas estrangeiras mal adaptadas e sem planejamentos, devemos estar preparados para a evolução gastronômica que se dá com um leque de ofertas que engloba uma boa mostra da culinária mundial, deixando no passado os cardápios insossos e sem criatividade, limitados nos ingredientes, no preparo, pela pouca técnica daqueles que heroicamente se tornaram cozinheiros na boca do fogão.
Sem entendermos a base das informações do conjunto de fatores que caracterizam o "arroz e feijão" dos pratos brasileiros, fica impossível entender como um País tão miscigenado possa possuir uma identidade culinária tão marcante. Fora toda a influência dos imigrantes e a surpreendente comida típica regional, existem ainda outras particularidades gastronômicas encontradas somente por aqui: comemos tudo ao mesmo tempo, de uma vez só, algumas vezes, a sopa ou a salada funciona como entrada no cardápio do dia-a-dia; comemos na rua, nas feiras e em grandes comemorações religiosas; comemos salgadinho, lanche, docinho, pastel e qualquer outro quitute que seja servido em padarias, tabuleiros, festinhas de criança, botecos e casamentos; comemos e sempre bebemos café ou cachaça - o que seria de uma refeição sem uma "branquinha" como aperitivo ou um "pretinho" como digestivo? Enfim, comemos à brasileira. Absorvemos bem toda a "mistura", essa é nossa maior marca gastronômica.
Hoje, temos acesso a produtos do mundo inteiro em nossas cozinhas comerciais, uma atuaçao cada vez maior de profissionais com formação acadêmica específica, adquirida no exterior e/ou, também, nas escolas e cursos profissionalizantes de Gastronomia que continuam a surgir com força e qualidade
Os restaurantes também mudaram. E não apenas na comida e no visual. De negócio familiar, administrado empiricamente pelos donos, passou a ser encarado e administrado como empresa e a cozinha deixou de ser lugar da mama para ser comandada por um profissional do ramo. Todas essas mudanças, que começaram pelos restaurantes de luxo, não ficaram restritas às casas estreladas, espalhando-se de forma generalizada. As churrascarias são um bom exemplo disso. Mesmo os restaurantes de cozinha regional, guardiões da tradição e geralmente avessos a qualquer tipo de mudança, foram afetados pela nova onda. Ou seja, mesmo quem continua cozinhando a mesma coisa, o faz de forma diferente, mais apurada.
O mercado gastronômico brasileiro obteve um grande aumento na demanda e procura de condimentos e ingredientes para a elaboração aprimorada de novos pratos. O mercado editorial foi um dos que mais cresceu com isso, onde demonstra a grande transformação do mercado de trabalho atual. Outro importante ponto de transformação foi o segmento de eventos que passou a ser variado e de alta qualidade e variedade de eventos gastronômicos, tipo feiras, congressos, debates e concursos que acontecem de norte a sul do País. Todos estes fatores contribuem e agitam mercado de trabalho gerando uma grande contribuição para a disseminação da cultura gastronômica no Pais.
Chefe de Cozinha é o profissional responsável pelo manejo da brigada cozinha de um restaurante. Cabe a ele organizar, planejar e distribuir as funções dentro dela, coordenando e determinando as tarefas de todos os integrantes de sua equipe, fazendo a supervisão dos produtos, elaborando o menu, zelando pela qualidade dos pratos e orquestrando um serviço harmonizado com o salão.
Chefe deve ser criativo para poder desenvolver receitas originais ou dar leituras originais a pratos já consagrados. Também deve saber liderar e formar equipes e ser um bom organizador. Além disso, é fundamental que saiba transmitir seus conhecimentos, formar novos profissionais, ser mestre, ter discípulos. É na mistura dessas características que cada um mostra o seu talento e a sua personalidade. Apaixonados e orgulhosos de seu ofício, empregam seu talento para dignificar a gastronomia e transformar comida em arte e, sobretudo, cada um, com suas maravilhosas delícias, nos proporcionando momentos inesquecíveis e fazendo do bem comer um dos maiores prazeres da vida.
Afinal, o que é um Chefe de Cozinha?
"O Chefe (do latim caput ou que encabeça, que está à frente) designa uma pessoa que comanda seja um grupo, uma comunidade, uma liderança. Neste caso, o Chefe de Cozinha, é aquele que elabora os pratos, o cardápio e organiza e planeja toda a cozinha do restaurante."

| Molho com funghi secchi: |

Ingredientes:

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100 ml de vinho branco
Que há muitas diferenças entre uma carambola e uma maçã eu já sabia. Mas que elas têm jeitos diferentes de cozinhar, eu só fui aprender esta manhã. Tentei “assar” carambolas no microondas, como sempre fiz com as maçãs, e o resultado foi bem diferente do que eu esperava.
Acho que todo mundo que já fez dieta alguma vez na vida conhece o truque da maçã pra enganar aquela vontade louca de comer um doce. Você pega uma maçã com casca, tira aquele meio cheio de carocinhos, coloca a fruta no prato, salpica com canela e cozinha no microondas. Alguns minutos depois, você tem uma sobremesa quentinha, molinha, molhadinha, com gosto de canela e pouquíssimas calorias, à qual você ainda pode adicionar um saboroso iogurte light (uhh).
Hoje de manhã, ao encontrar na geladeira uma bandeja com carambolas em rodelas pouco atraentes (pareciam ainda verdes e pouco doces, mas ao mesmo tempo pareciam passadas), resolvi aplicar nelas o método da maçã. Afinal, eu já sabia que carambola cozida é uma delícia: lá em casa, elas sempre acompanharam o sensacional arroz doce da minha mãe (d´après receita da minha vó Alice). Coloquei as rodelas num prato, salpiquei açúcar e deixei cozinhando por uns nove minutos no microondas. Passado esse tempo, a cozinha estava com um cheiro delicioso: uma mistura de açúcar meio caramelizado com o frescor da carambola...
Abri a porta do micro bastante excitada e o que vi foi decepcionante: um forno todo suado, molhado mesmo, e um prato com pedaços de fruta ressecados, um pouco queimadinhos, como se tivessem sido grelhados. O cheiro da fruta estava mesmo muito bom, mas a aparência e o gosto deixaram a desejar. Joguei mais um pouco de açúcar nas rodelas e o prato ficou mais atraente. Quanto ao gosto, ficou “interessante”: a carambola perdeu todo o seu suco (que foi parar nas paredes do forno) e seu gosto ficou bastante concentrado- um gosto de fruta verde-adocicada, misturado com aquele gosto do açúcar de algodão doce, sabe? Felizmente, ainda tinha um pouco de geléia diet de damasco e maracujá (sem dúvida uma das melhores aquisições nos últimos tempos), que eu joguei em cima de cada rodela. Daí sim, deu pra comer com um sorriso sincero!
Enfim, o que aprendi foi que se o microondas pode ser útil para fazer muitas coisas, inclusive algumas menos ortodoxas, como esquentar e derreter cera depilatória, para outras ainda é melhor recorrer ao fogão. Algum dia desses, vou cozinhar as carambolas como minha mãe faz e prometo contar o resultado aqui.

Uma vez, morrendo de fome, com vontade de comer alguma coisa diferente (e salgada), encontrei nesses rótulos de produtos uma receita de empadão de frango. A princípio fiz conforme indicações e deu certo. Posteriormente, fazendo a mesma receita várias vezes, desenvolvi a minha própria receita e é essa que compartilho agora.
Empadão de Frango:
Massa:
• 400gr de farinha de trigo peneirada;
• 200gr de margarina (com sal) gelada;
• 1 ovo inteiro + uma gema;
• 1 colher de chá rasa de sazon;
• 6 colheres de sopa de leite.
Primeiramente misture a farinha de trigo peneirada com a margarina. Mexa bem, com os dedos, até virar uma farofa. Em seguida acrescente o restante dos ingredientes e mexa com as mãos até que a massa fique totalmente lisa e solte do refratário. Embrulhe essa massa em papel filme e deixe descansar na geladeira por meia hora.
Recheio:
• 1kg de peito de frango cozido sem osso;
• 1 cebola grande picada;
• 1 tablete de caldo de galinha;
• 2 envelopes de sazon;
• ½ lata de ervilha;
• ½ lata de milho verde;
• 2 colheres de sopa de extrato de tomate;
• 1 colher de sopa de óleo;
• 1 colher de sopa de farinha de trigo.
Em uma panela coloque o óleo, a cebola picada e o caldo de galinha. Mexa com uma colher de pau até dourar a cebola. Em seguida coloque o frango (já cozido e desfiado) e deixe fritar um pouco, mexendo sempre para não queimar. Acrescente os evelopes de sazon, a ervilha e o milho, sempre mexendo. Dissolva a farinha de trigo em um copo americano com água fria e jogue na panela. Mexa bem e, por último, adicione o extrato de tomate. Deixe levantar fervura e continue mexendo com a colher de pau para não grudar. Reserve e deixe esfriar.
Retire a massa da geladeira, forre uma forma retangular com a massa ainda gelada. Preencha toda a forma com o recheio já frio. Com o restante da massa cubra o recheio, não apertando para não furar a massa e deixar que o recheio vaze para fora da massa. Se sobrar massa, use-a para decorar. Pincele com uma gema e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos (até dourar totalmente). Retire e sirva.
Dica: uma vez eu experimentei colocar uma camada de presunto e queijo em cima do recheio. Em cima dessa camada coloquei mais recheio e cobri com o restante da massa. Ficou perfeito! 
Para obter o melhor da massa, utilize margarina da marca Qualy. As outras podem deixar a massa borrachuda.
Ingredientes:
3 xícaras de chá de farinha de trigo
3 ovos (inteiros)
4 ou 5 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de fermento royal
1/2 xícara de leite
Confecção:
Bater bem os ovos, por o açúcar, o leite, o sal, misturar muito bem a farinha de trigo e por último colocar o fermento.
Para fritar faça pequenos bolinhos ( o equivalente de 1/2 colher de sopa da respectiva massa, frite no fogo baixo.
Polvilhe com canela e açúcar.